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Anthropic unifica memória do Claude entre chat e Cowork

Anthropic unifica memória do Claude entre chat e Cowork

Anthropic unifica a memória do chat e do Cowork no Claude, eliminando a necessidade de repassar contextos ao agente a cada nova sessão de trabalho.

Pontos principais

  • Memória do Claude agora é compartilhada automaticamente entre o chat e o módulo Cowork
  • Registros são feitos durante a conversa, não apenas ao final da sessão
  • Usuários podem ler, editar ou excluir qualquer informação armazenada pelo assistente
  • Recurso ativo por padrão nos planos Free, Pro e Max; apps iOS e Android exigem atualização

A Anthropic anunciou nesta terça-feira uma mudança significativa no sistema de memória do Claude: a partir de agora, as informações aprendidas pelo assistente durante conversas no chat são automaticamente compartilhadas com o Claude Cowork, o módulo de execução de tarefas da plataforma, e vice-versa. A atualização elimina a necessidade de o usuário repassar ao agente contextos que já havia explicado anteriormente.

Antes da mudança, era comum desenvolver ideias e reunir informações em sessões de chat com o Claude e, ao tentar colocar algo em prática pelo Cowork, precisar recomeçar do zero. A atualização descrita pelo TechCrunch faz o assistente funcionar como um único produto contínuo, em vez de dois sistemas separados sob a mesma interface.

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Outra novidade é o momento em que a memória é formada: o Claude agora registra tópicos à medida que a conversa avança, em vez de gerar um resumo somente ao final. Isso torna a sincronização mais rápida e permite transitar entre chat e Cowork mesmo com sessões em andamento.

“Agora o Claude saberia o número de participantes, a cidade e os palestrantes da conferência, então você não precisaria inserir essas informações novamente.”

Anthropic, em exemplo de uso divulgado pela empresa

Controle do usuário e limites de privacidade

A Anthropic também passou a expor o que o Claude armazenou na memória, permitindo que cada usuário leia, edite ou exclua qualquer informação salva. Por padrão, o sistema não guarda dados pessoais sensíveis, como informações de saúde, raça, etnia, crenças religiosas, posicionamento político e identidade de gênero.

Quem desejar incluir esses tópicos pode ativar a opção “incluir tópicos sensíveis na memória”. O aplicativo notifica o usuário sempre que um dado desse tipo é salvo. Alguns itens, porém, jamais serão armazenados, independentemente da configuração: números de documentos de identidade emitidos pelo governo, histórico criminal, status migratório e qualquer outro dado que viole a política de uso aceitável da empresa.

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O recurso de memória unificada está ativo por padrão nos planos Free, Pro e Max, nas versões web, desktop e mobile. Usuários de iOS e Android precisam atualizar o aplicativo para a versão mais recente para ter acesso à funcionalidade.

Análise: Para usuários brasileiros do Claude, a mudança é especialmente relevante no uso corporativo, onde fluxos de trabalho costumam alternar entre pesquisa e execução. A redução do retrabalho de contexto pode tornar o uso de agentes de IA mais eficiente em tarefas como produção de relatórios, organização de eventos e gestão de projetos, casos em que o acúmulo de informações ao longo do tempo é central.

A Anthropic não informou uma data específica para novas expansões do sistema de memória, mas a abertura da interface de gerenciamento de dados sugere que novos controles podem ser adicionados em versões futuras.

Fontes: AI News & Artificial Intelligence | TechCrunch

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